terça-feira, 30 de junho de 2009
domingo, 7 de junho de 2009
sábado, 23 de maio de 2009
acordo ortográfico
A Abril Ponto Com preparou uma colinha muito
útil com as 110 palavras mais usadas em português
e que foram afetadas pela Reforma Ortográfica.
O link é: http://www.abril. com.br/acordo- ortografico/
Dei-me ao trabalho de transformar o conteúdo em
um arquivo do Word. Achei que ficaria mais fácil
de consultar. O arquivo (133 Kb) pode ser baixado aqui:
http://tinyurl. com/d2vwof
ou
http://www.4shared. com/file/ 98745186/ 8279f479/ COLA_ACORDO_ ORTOGRAFICO. html
Bom proveito.
Henrique Serra
útil com as 110 palavras mais usadas em português
e que foram afetadas pela Reforma Ortográfica.
O link é: http://www.abril. com.br/acordo- ortografico/
Dei-me ao trabalho de transformar o conteúdo em
um arquivo do Word. Achei que ficaria mais fácil
de consultar. O arquivo (133 Kb) pode ser baixado aqui:
http://tinyurl. com/d2vwof
ou
http://www.4shared. com/file/ 98745186/ 8279f479/ COLA_ACORDO_ ORTOGRAFICO. html
Bom proveito.
Henrique Serra
sexta-feira, 15 de maio de 2009
As armadilhas da língua
Você sabe o que é tautologia?
É o termo usado para definir um dos vícios de linguagem. Consiste na repetição de uma idéia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.
O exemplo clássico é o famoso "subir para cima" ou o "descer para baixo". Mas há outros, como você pode ver na lista a seguir:
- elo de ligação
- acabamento final
- certeza absoluta
- quantia exata
- nos dias 8, 9 e 10, inclusive
- juntamente com
- expressamente proibido
- em duas metades iguais
- sintomas indicativos
- há anos atrás
- vereador da cidade
- outra alternativa
- detalhes minuciosos
- a razão é porque
- anexo junto à carta
- de sua livre escolha
- superávit positivo
- todos foram unânimes
- conviver junto
- fato real
- encarar de frente
- multidão de pessoas
- amanhecer o dia
- criação nova
- retornar de novo
- empréstimo temporário
- surpresa inesperada
- escolha opcional
- planejar antecipadamente
- abertura inaugural
- continua a permanecer
- a última versão definitiva
- possivelmente poderá ocorrer
- comparecer em pessoa
- gritar bem alto
- propriedade característica
- demasiadamente excessivo
- a seu critério pessoal
- exceder em muito.
Note que todas essas repetições são dispensáveis.
Por exemplo, "surpresa inesperada". Existe alguma surpresa esperada? É óbvio que não.
Devemos evitar o uso das repetições desnecessárias. Fique atento às expressões que utiliza no seu dia-a-dia.
Verifique se não está caindo nesta armadilha.
É o termo usado para definir um dos vícios de linguagem. Consiste na repetição de uma idéia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.
O exemplo clássico é o famoso "subir para cima" ou o "descer para baixo". Mas há outros, como você pode ver na lista a seguir:
- elo de ligação
- acabamento final
- certeza absoluta
- quantia exata
- nos dias 8, 9 e 10, inclusive
- juntamente com
- expressamente proibido
- em duas metades iguais
- sintomas indicativos
- há anos atrás
- vereador da cidade
- outra alternativa
- detalhes minuciosos
- a razão é porque
- anexo junto à carta
- de sua livre escolha
- superávit positivo
- todos foram unânimes
- conviver junto
- fato real
- encarar de frente
- multidão de pessoas
- amanhecer o dia
- criação nova
- retornar de novo
- empréstimo temporário
- surpresa inesperada
- escolha opcional
- planejar antecipadamente
- abertura inaugural
- continua a permanecer
- a última versão definitiva
- possivelmente poderá ocorrer
- comparecer em pessoa
- gritar bem alto
- propriedade característica
- demasiadamente excessivo
- a seu critério pessoal
- exceder em muito.
Note que todas essas repetições são dispensáveis.
Por exemplo, "surpresa inesperada". Existe alguma surpresa esperada? É óbvio que não.
Devemos evitar o uso das repetições desnecessárias. Fique atento às expressões que utiliza no seu dia-a-dia.
Verifique se não está caindo nesta armadilha.
domingo, 3 de maio de 2009
SAY IT
Abra o site abaixo e você vai ver uma pessoa.
- Passe o mouse em volta da cabeça do personagem e tanto os olhos como a cabeça do personagem vão acompanhar os movimentos.
- Ela vai pronunciar tudo o que você escrever:
Escolha o idioma, o personagem, sotaque e escreva uma palavra ou um texto no espaço à esquerda, usando pontuação (. , ?)
e clique em 'say it', o personagem vai falar o que você escreveu.
http://www.oddcast.com/home/demos/tts/tts_example.php
http://www.oddcast.com/home/demos/tts/tts_example.php
- Passe o mouse em volta da cabeça do personagem e tanto os olhos como a cabeça do personagem vão acompanhar os movimentos.
- Ela vai pronunciar tudo o que você escrever:
Escolha o idioma, o personagem, sotaque e escreva uma palavra ou um texto no espaço à esquerda, usando pontuação (. , ?)
e clique em 'say it', o personagem vai falar o que você escreveu.
http://www.oddcast.com/home/demos/tts/tts_example.php
http://www.oddcast.com/home/demos/tts/tts_example.php
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Preposição - Denilso de Lima
Fantástica a explicação que Denilso dá .
http://denilsodelima.blogspot.com/search/label/Preposi%C3%A7%C3%B5es
http://denilsodelima.blogspot.com/search/label/Preposi%C3%A7%C3%B5es
domingo, 5 de abril de 2009
Regras ortografia Português
Ainda perdido com as novas regras de ortografia? O site http://ramonpage.com/ortografa pode dar uma forcinha. Basta digitar a palavra que você está em dúvida, e o site apresenta como ela deve ser escrita segundo as novas regras.
Entrevista com Denilso de Lima
Segunda-feira, 30 de Março de 2009
Interview - Por que assim e não assado? - Denilso de Lima
Você já deve ter ouvido falar em "collocations", a combinação de palavras de forma natural, que permite maior fluência em inglês (ou outro idioma). Mas afinal, quais são as mais comuns e como aprendê-las? Confira na entrevista com o professor, palestrante e escritor Denilso de Lima, autor dos livros Por que assim e não assado? e Inglês na Ponta da Língua.
Afinal, o que são “collocations”? Dê exemplos em português e inglês.
Denilso - De modo bem simples, "collocations" é um fenômeno no qual as palavras se combinam apenas com outras palavras. Um exemplo em português pode ser "redondamente enganado". Se eu disser que você é "redondamente linda", certamente você não considerará um elogio. Afinal, a combinação [collocation] comum em português é "redondamente enganado" e não "redondamente linda" ou "redondamente caro" etc. Outro exemplo: a palavra "televisão". Que palavras combinam com ela? Você pode dizer "comer a televisão" ou "beber a televisão"? Claro que não! Estes verbos - comer e beber - não combinam com a palavra "televisão". O mais natural é dizermos "assistir televisão", "ver televisão", "comprar uma televisão", "ligar a televisão" etc. Em inglês podemos pegar a mesma palavra - television. Que verbos combinam com "television" em inglês? "Watch television", "buy a television", "turn on the television", "turn off the television", "sell a television", "fix the television".
Por que é importante aprender collocations?
Denilso - Saber collocations ajuda a desenvolver a fluência em inglês. Você não saberá apenas palavras isoladas, mas as palavras que correta e naturalmente se combinam com outras. Costumamos dizer que não adianta saber toda a gramática da língua inglesa, saber palavras complicadas e raras, se não souber combinar as palavras de modo correto.
Por exemplo, você certamente já ouviu falar sobre a diferença de "make" e "do". Ambos significam fazer, porém na hora de usar estas duas palavras com determinado substantivo qual deverá ser usado? Você pretende dizer "fazer uma reclamação" em inglês. Você sabe a regra! Você sabe a diferença de uma e outra! No entanto, seu cérebro pode simplesmente travar na hora de dizer "fazer uma reclamação". O correto será "make a complaint" ou "do a complaint"? Se você souber que a combinação correta é "make a complaint", seu cérebro em um diálogo ou ao escrever saberá corretamente qual a combinação.
Outro exemplo: os alunos, geralmente, dizem "teacher, let's make a party?" [vamos fazer uma festa?]. A gramática está correta, a ordem das palavras está correta, a pronúncia está correta, tudo está aparentemente correto. Mas, em inglês não é comum dizer "make a party". O mais natural a ser dito é "throw a party". Claro que eles também dizem "have a party", "organize a party" e "give a party"; porém, "make a party" não é natural, não é comum.
Para encerrar, uma pegadinha para os leitores do blog: qual a combinação natural e comum em inglês para "entrar em greve": "enter in strike" ou "go on a strike"? Procure por verbos que combinem com "strike" e você terá a resposta!
A que público é destinado seu livro?
Denilso - As pessoas pensam que por ser um livro sobre um assunto um tanto quanto estranho acabam achando que o livro é para alunos que já estudam inglês há muito tempo. Muito pelo contrário! Os livros "Por que assim e não assado?" e "Inglês na Ponta da Língua" são voltados para alunos de todos os níveis. Na introdução deixo bem claro que alunos iniciantes aprenderão inglês de um modo natural e sem muita dor de cabeça, e os alunos de nível avançado poderão finalmente entender porque o inglês deles parece não sair do lugar. Por que assim e não assado? é escrito em uma linguagem simples, não técnica, de fácil compreensão, e traz mais de 5000 collocations com algumas das palavras mais comuns em inglês.
Digamos que você queira saber que palavras combinam com "car" [carro] em inglês. Basta abrir na página 51 e encontrar verbos e adjetivos com a palavra desejada. Um pequeno extrato para todos: carro alugado (hire car), carro antigo (veteran car, vintage car), carro blindado (armored car), carro de luxo (luxury car), carro envenenado (powerful car), carro de segunda mão (second hand car), arruinar o carro (wreck the car), fazer reparos no carro (repair the car), fazer a manutenção do carro (service the car), e muito mais.
O livro também é indicado para professores que querem melhorar ainda mais a habilidade de ensinar vocabulário em inglês ou que querem entender melhor esta "novidade" chamada de collocations.
Que sugestões você dá para que os alunos aprendam collocations, além de ler o seu livro, claro?
Denilso - A primeira dica é esta mesma: leiam o livro "Por que assim e não assado?". Após a leitura garanto que o modo como vocês aprendem inglês nunca mais será o mesmo. Recomendo também muita atenção e menos preocupação com palavras isoladas. Ou seja, quando encontrar uma palavra em um texto e você não souber o que significa, anote o seu significado e anote também as palavras que estão perto dela. Anote tudo, revise de vez em quando. Crie sentenças com as combinações que encontrar. Brinque com elas! Ensine a outra pessoa! Comente a respeito com colegas de classe! Enfim, seja criativo!
Qual sua formação e experiência?
Denilso - Sou formado em Teologia, mas nunca tive a intenção de ser um pastor ou padre. Fiz por achar interessante e curioso. Sempre fui apaixonado por línguas. Fazer Teologia me dava a oportunidade de conhecer duas língua interessantes usadas para escrever a bíblia: Grego e Hebraico. Nunca fiz curso de inglês e tudo o que aprendi relacionado a inglês, aprendi sozinho! Nunca fui aos Estados Unidos, Inglaterra ou Austrália, nunca saí do Brasil!
Dou aulas de inglês há 14 anos e já trabalhei como tradutor e intérprete freelancer para várias empresas brasileiras e estrangeiras e órgãos governamentais. Conquistei o CPE, exame de proficiência da universidade de Cambridge, Inglaterra. Atualmente, trabalho como Consultor Pedagógico para Escolas de Idiomas e Empresas e também como Teacher Trainer, dando palestras, cursos e workshops para professores de língua inglesa.
Como você teve a idéia para escrever este livro?
Denilso - A idéia para escrever o livro [ou os dois livros, e o terceiro que está por vir] vem da minha experiência como aprendiz autônomo da língua inglesa. Ou seja, como sempre estudei por conta própria, acredito ter uma idéia das dificuldades do aprendiz brasileiro e dos professores também. Collocations [e Abordagem Lexical] é um tema que me interessa desde 1999, ano em que vi que o meu inglês poderia melhorar muito se colocasse a idéia de collocations em prática comigo mesmo. Sempre tive o interesse de escrever um livro a respeito, mas nunca soube como. Até que um dia, a idéia de como organizar o livro me veio. Coloquei no papel. Apresentei a minha editora, Campus/Elsevier, e eles gostaram do que viram. Pronto! Nasceu o "Por que assim e não assado?".
Interview - Por que assim e não assado? - Denilso de Lima
Você já deve ter ouvido falar em "collocations", a combinação de palavras de forma natural, que permite maior fluência em inglês (ou outro idioma). Mas afinal, quais são as mais comuns e como aprendê-las? Confira na entrevista com o professor, palestrante e escritor Denilso de Lima, autor dos livros Por que assim e não assado? e Inglês na Ponta da Língua.
Afinal, o que são “collocations”? Dê exemplos em português e inglês.
Denilso - De modo bem simples, "collocations" é um fenômeno no qual as palavras se combinam apenas com outras palavras. Um exemplo em português pode ser "redondamente enganado". Se eu disser que você é "redondamente linda", certamente você não considerará um elogio. Afinal, a combinação [collocation] comum em português é "redondamente enganado" e não "redondamente linda" ou "redondamente caro" etc. Outro exemplo: a palavra "televisão". Que palavras combinam com ela? Você pode dizer "comer a televisão" ou "beber a televisão"? Claro que não! Estes verbos - comer e beber - não combinam com a palavra "televisão". O mais natural é dizermos "assistir televisão", "ver televisão", "comprar uma televisão", "ligar a televisão" etc. Em inglês podemos pegar a mesma palavra - television. Que verbos combinam com "television" em inglês? "Watch television", "buy a television", "turn on the television", "turn off the television", "sell a television", "fix the television".
Por que é importante aprender collocations?
Denilso - Saber collocations ajuda a desenvolver a fluência em inglês. Você não saberá apenas palavras isoladas, mas as palavras que correta e naturalmente se combinam com outras. Costumamos dizer que não adianta saber toda a gramática da língua inglesa, saber palavras complicadas e raras, se não souber combinar as palavras de modo correto.
Por exemplo, você certamente já ouviu falar sobre a diferença de "make" e "do". Ambos significam fazer, porém na hora de usar estas duas palavras com determinado substantivo qual deverá ser usado? Você pretende dizer "fazer uma reclamação" em inglês. Você sabe a regra! Você sabe a diferença de uma e outra! No entanto, seu cérebro pode simplesmente travar na hora de dizer "fazer uma reclamação". O correto será "make a complaint" ou "do a complaint"? Se você souber que a combinação correta é "make a complaint", seu cérebro em um diálogo ou ao escrever saberá corretamente qual a combinação.
Outro exemplo: os alunos, geralmente, dizem "teacher, let's make a party?" [vamos fazer uma festa?]. A gramática está correta, a ordem das palavras está correta, a pronúncia está correta, tudo está aparentemente correto. Mas, em inglês não é comum dizer "make a party". O mais natural a ser dito é "throw a party". Claro que eles também dizem "have a party", "organize a party" e "give a party"; porém, "make a party" não é natural, não é comum.
Para encerrar, uma pegadinha para os leitores do blog: qual a combinação natural e comum em inglês para "entrar em greve": "enter in strike" ou "go on a strike"? Procure por verbos que combinem com "strike" e você terá a resposta!
A que público é destinado seu livro?
Denilso - As pessoas pensam que por ser um livro sobre um assunto um tanto quanto estranho acabam achando que o livro é para alunos que já estudam inglês há muito tempo. Muito pelo contrário! Os livros "Por que assim e não assado?" e "Inglês na Ponta da Língua" são voltados para alunos de todos os níveis. Na introdução deixo bem claro que alunos iniciantes aprenderão inglês de um modo natural e sem muita dor de cabeça, e os alunos de nível avançado poderão finalmente entender porque o inglês deles parece não sair do lugar. Por que assim e não assado? é escrito em uma linguagem simples, não técnica, de fácil compreensão, e traz mais de 5000 collocations com algumas das palavras mais comuns em inglês.
Digamos que você queira saber que palavras combinam com "car" [carro] em inglês. Basta abrir na página 51 e encontrar verbos e adjetivos com a palavra desejada. Um pequeno extrato para todos: carro alugado (hire car), carro antigo (veteran car, vintage car), carro blindado (armored car), carro de luxo (luxury car), carro envenenado (powerful car), carro de segunda mão (second hand car), arruinar o carro (wreck the car), fazer reparos no carro (repair the car), fazer a manutenção do carro (service the car), e muito mais.
O livro também é indicado para professores que querem melhorar ainda mais a habilidade de ensinar vocabulário em inglês ou que querem entender melhor esta "novidade" chamada de collocations.
Que sugestões você dá para que os alunos aprendam collocations, além de ler o seu livro, claro?
Denilso - A primeira dica é esta mesma: leiam o livro "Por que assim e não assado?". Após a leitura garanto que o modo como vocês aprendem inglês nunca mais será o mesmo. Recomendo também muita atenção e menos preocupação com palavras isoladas. Ou seja, quando encontrar uma palavra em um texto e você não souber o que significa, anote o seu significado e anote também as palavras que estão perto dela. Anote tudo, revise de vez em quando. Crie sentenças com as combinações que encontrar. Brinque com elas! Ensine a outra pessoa! Comente a respeito com colegas de classe! Enfim, seja criativo!
Qual sua formação e experiência?
Denilso - Sou formado em Teologia, mas nunca tive a intenção de ser um pastor ou padre. Fiz por achar interessante e curioso. Sempre fui apaixonado por línguas. Fazer Teologia me dava a oportunidade de conhecer duas língua interessantes usadas para escrever a bíblia: Grego e Hebraico. Nunca fiz curso de inglês e tudo o que aprendi relacionado a inglês, aprendi sozinho! Nunca fui aos Estados Unidos, Inglaterra ou Austrália, nunca saí do Brasil!
Dou aulas de inglês há 14 anos e já trabalhei como tradutor e intérprete freelancer para várias empresas brasileiras e estrangeiras e órgãos governamentais. Conquistei o CPE, exame de proficiência da universidade de Cambridge, Inglaterra. Atualmente, trabalho como Consultor Pedagógico para Escolas de Idiomas e Empresas e também como Teacher Trainer, dando palestras, cursos e workshops para professores de língua inglesa.
Como você teve a idéia para escrever este livro?
Denilso - A idéia para escrever o livro [ou os dois livros, e o terceiro que está por vir] vem da minha experiência como aprendiz autônomo da língua inglesa. Ou seja, como sempre estudei por conta própria, acredito ter uma idéia das dificuldades do aprendiz brasileiro e dos professores também. Collocations [e Abordagem Lexical] é um tema que me interessa desde 1999, ano em que vi que o meu inglês poderia melhorar muito se colocasse a idéia de collocations em prática comigo mesmo. Sempre tive o interesse de escrever um livro a respeito, mas nunca soube como. Até que um dia, a idéia de como organizar o livro me veio. Coloquei no papel. Apresentei a minha editora, Campus/Elsevier, e eles gostaram do que viram. Pronto! Nasceu o "Por que assim e não assado?".
quarta-feira, 25 de março de 2009
domingo, 15 de março de 2009
Matemática
Atividades em Matemática
http://penta.ufrgs.br/edu/telelab/mundo_mat/index.htm
Bibliografia Matemática
http://www.matematicahoje.com.br/
Centro de Aperfeiçoamento do Ensino da Matemática
http://www.ime.usp.br/caem/
Educação Matemática - UFRGS
http://www.mat.ufrgs.br/~edumatec/
Etnomatemática
http://vello.sites.uol.com.brubi.htm
Galeria degli Uffizi
http://www.polomuseale.firenze.it/uffizi/
Geometria dinâmica
http://www2.edc.org/MLT/
Geometria no Ensino Fundamental
http://www.mat.ufrgs.br/~licenmat/trabalhos/trab4/frameab.html
História da Matemática
http://www.calculu.cjb.net/
Funções e Gráficos
http://www.mat.ufrgs.br/~licenmat/trabalhos/trab2/fun_graf.htm
http://penta.ufrgs.br/edu/telelab/mundo_mat/index.htm
Bibliografia Matemática
http://www.matematicahoje.com.br/
Centro de Aperfeiçoamento do Ensino da Matemática
http://www.ime.usp.br/caem/
Educação Matemática - UFRGS
http://www.mat.ufrgs.br/~edumatec/
Etnomatemática
http://vello.sites.uol.com.brubi.htm
Galeria degli Uffizi
http://www.polomuseale.firenze.it/uffizi/
Geometria dinâmica
http://www2.edc.org/MLT/
Geometria no Ensino Fundamental
http://www.mat.ufrgs.br/~licenmat/trabalhos/trab4/frameab.html
História da Matemática
http://www.calculu.cjb.net/
Funções e Gráficos
http://www.mat.ufrgs.br/~licenmat/trabalhos/trab2/fun_graf.htm
quarta-feira, 11 de março de 2009
Danger on two wheels
Not so long ago, riding a motorbike in Brazil was synonymous with freedom. In recent years, however, it has become synonymous with danger. In a period of 16 years (1990-2006) the number of fatal accidents involving motorbikes rose by 2,252%. According to data from the Ministry of Health, in 1990 accidents killed 299 motorcyclists. In 2006 the number of fatal victims had risen to 6,734. In Greater São Paulo there are on average 25 serious accidents a day involving motorbikes, says a study done by Abramet (the Brazilian Association of Traffic Medicine). This increase in the number of accidents is down to various factors. One of them is the large increase in the number of motorbikes in the country. There are currently 13 million motorbikes on the streets of Brazil, according to data from Denatran.
Any error could be fatal
The increased size of the motorbike fleet is probably not the main cause of the increase in the number of accidents. Some specialists say the increased number of accidents has been caused by the errors made by motorcyclists. The more inexperienced the rider, the greater the risk they will take. So says Marcelo Massarani, a professor at USP. In an interview with the Folha Online site he said that out of every five fatal accidents, four involve inexperienced riders. Sérgio Damasceno, president of the State Traffic Board in Rio de Janeiro, also says that most accidents are caused by rider error. In an interview with the G1 (Globo) website he said the most common errors are: “Riding between two cars, running red lights, and tailgating.” In addition, speeding does not help.
Vocabulary
1. wheel – roda
2. riding a motorbike – andar de moto
3. freedom – liberdade
4. to rise – crescer
5. date – informação / dados
6. Greater São Paulo – Grande São Paulo
7. is down to – aqui = se deve a
8. size – tamanho
9. fleet – frota
10. running red lights – passar o sinal vermelho
11. tailgating – “colar” no carro da frente
12. speeding – andar em alta velocidade
Fonte – Revista Maganews
Any error could be fatal
The increased size of the motorbike fleet is probably not the main cause of the increase in the number of accidents. Some specialists say the increased number of accidents has been caused by the errors made by motorcyclists. The more inexperienced the rider, the greater the risk they will take. So says Marcelo Massarani, a professor at USP. In an interview with the Folha Online site he said that out of every five fatal accidents, four involve inexperienced riders. Sérgio Damasceno, president of the State Traffic Board in Rio de Janeiro, also says that most accidents are caused by rider error. In an interview with the G1 (Globo) website he said the most common errors are: “Riding between two cars, running red lights, and tailgating.” In addition, speeding does not help.
Vocabulary
1. wheel – roda
2. riding a motorbike – andar de moto
3. freedom – liberdade
4. to rise – crescer
5. date – informação / dados
6. Greater São Paulo – Grande São Paulo
7. is down to – aqui = se deve a
8. size – tamanho
9. fleet – frota
10. running red lights – passar o sinal vermelho
11. tailgating – “colar” no carro da frente
12. speeding – andar em alta velocidade
Fonte – Revista Maganews
The commom European Framework of Reference for Languages
O Common European Framework of Reference for Languages é o documento utilizado para descrever o desempenho dos aprendizes de línguas estrangeiras na Europa. Elaborado pelo Conselho Europeu, foi considerado o principal item do projeto "Language Learning for European Citizenship" entre os anos de 1989 e 1996.
Seu principal objetivo é o de fornecer método de avaliação e ensino que se aplique a todos os idiomas dos países membros da Comunidade Européia. Em 2001, uma Resolução do Conselho Europeu recomendou o uso do CEFR para regulamentar os sistemas de validação das habilidades lingüísticas. Desta forma, os seus seis níveis de referência se tornaram amplamente aceitos como padrão para nivelar o grau de conhecimento que uma pessoa possui de outra língua.
Devido à seriedade e comprometimento científico do projeto, muitas instituições, empresas e ONGs no mundo todo têm adotado o CEFRL como padrão na definição de níveis dos cursos de idiomas por eles oferecidos. Este órgãos, porém, não trocaram o nome dos níveis por eles adotados. Eles apenas estabeleceram a correspondência entre seus níveis (elementar, básico, pré-intermediário, intermediário, pós intermediário, avançado, proficiente, etc) com os níveis do CEFRL, que são:
A (Basic User - Usuário Básico)
* A1 - Breakthrough
* A2 - Waystage
B (Independent User - Usuário Independente)
* B1 Threshold
* B2 Vantage
C (Proficient User - Usuário Proficiente)
* C1 Effective Operational Proficiency
* C2 Mastery
A1
Consegue compreender e usar expressões comuns no dia-a-dia e frases bem básicas com o objetivo de satisfazer as necessidades primárias da comunicação. Consegue se apresentar e também apresentar outras pessoas. Consegue fazer e responder perguntas pessoais tais como onde mora, falar sobre pessoas que conhece e sobre o que possui. Consegue interagir de modo bastante simples desde que a outra pessoa fale devagar e claramente.
A2
Consegue compreender sentenças e expressões freqüentemente relacionadas às áreas de importância primária (por exemplo, informações pessoais e familiares básicas, fazer compras, descrever a geografia local, falar sobre seu trabalho). Consegue se comunicar em tarefas simples e rotineiras desde que estas requeiram uma troca simples e direta de informações sobre assuntos rotineiros e conhecidos. Consegue descrever em termos simples, aspectos de sua formação (background), o ambiente em que vive, e assuntos nas áreas de necessidade primária e imediata.
B1
Consegue compreender os principais pontos em uma comunicação clara sobre assuntos de seu conhecimento normalmente encontrados na escola, trabalho, lazer, etc. Consegue lidar com a maioria das situações que possam surgir durante uma viagem ao país no qual o idioma é falado. Consegue produzir textos simples sobre temas que lhe sejam familiares ou de interesse pessoal. Consegue descrever experiências e eventos, sonhos, esperanças e ambições, bem como dar breves razões e explicações para suas opiniões e planos.
B2
Consegue compreender as principais idéias de textos complexos tanto de tópicos concretos quando abstratos, incluindo discussões técnicas na sua área de especialização. Consegue interagir com um grau de fluência e espontaneidade que torna possível a interação regular com os falantes nativos do idioma sem que haja tensão mental de cada participante do ato comunicativo. consegue produzir textos claros e detalhados sobre uma variada gama de assuntos e consegue explicar o ponto de vista de um tópico oferecendo as vantagens e desvantagens de vários pontos.
C1
Consegue compreender uma variada gama de textos mais longos e complexos, e reconhece o significado implícito dos textos. Consegue se expressar fluente e espontaneamente sem demonstrar claramente que está procurando as expressões que usa. Consegue usar o idioma de modo flexível e eficiente para fins sociais, acadêmicos e profissionais. Consegue produzir textos claros, bem estruturados e detalhados sobre temas complexos, demonstrando ter controle dos padrões organizacionais e estílisticos.
C2
Consegue compreender com facilidade praticamente tudo o que ouve e lê. Consegue resumir informações de diferentes fontes faladas e escritas, reconstruir argumentos e relatos de forma coerente. Consegue se expressar espontaneamente, de modo bastante fluente e preciso, identificando as entrelinhas do que é dito e escrito nas mais complexas situações.
http://denilsodelima.blogspot.com/2008/09/common-european-framework.html
Seu principal objetivo é o de fornecer método de avaliação e ensino que se aplique a todos os idiomas dos países membros da Comunidade Européia. Em 2001, uma Resolução do Conselho Europeu recomendou o uso do CEFR para regulamentar os sistemas de validação das habilidades lingüísticas. Desta forma, os seus seis níveis de referência se tornaram amplamente aceitos como padrão para nivelar o grau de conhecimento que uma pessoa possui de outra língua.
Devido à seriedade e comprometimento científico do projeto, muitas instituições, empresas e ONGs no mundo todo têm adotado o CEFRL como padrão na definição de níveis dos cursos de idiomas por eles oferecidos. Este órgãos, porém, não trocaram o nome dos níveis por eles adotados. Eles apenas estabeleceram a correspondência entre seus níveis (elementar, básico, pré-intermediário, intermediário, pós intermediário, avançado, proficiente, etc) com os níveis do CEFRL, que são:
A (Basic User - Usuário Básico)
* A1 - Breakthrough
* A2 - Waystage
B (Independent User - Usuário Independente)
* B1 Threshold
* B2 Vantage
C (Proficient User - Usuário Proficiente)
* C1 Effective Operational Proficiency
* C2 Mastery
A1
Consegue compreender e usar expressões comuns no dia-a-dia e frases bem básicas com o objetivo de satisfazer as necessidades primárias da comunicação. Consegue se apresentar e também apresentar outras pessoas. Consegue fazer e responder perguntas pessoais tais como onde mora, falar sobre pessoas que conhece e sobre o que possui. Consegue interagir de modo bastante simples desde que a outra pessoa fale devagar e claramente.
A2
Consegue compreender sentenças e expressões freqüentemente relacionadas às áreas de importância primária (por exemplo, informações pessoais e familiares básicas, fazer compras, descrever a geografia local, falar sobre seu trabalho). Consegue se comunicar em tarefas simples e rotineiras desde que estas requeiram uma troca simples e direta de informações sobre assuntos rotineiros e conhecidos. Consegue descrever em termos simples, aspectos de sua formação (background), o ambiente em que vive, e assuntos nas áreas de necessidade primária e imediata.
B1
Consegue compreender os principais pontos em uma comunicação clara sobre assuntos de seu conhecimento normalmente encontrados na escola, trabalho, lazer, etc. Consegue lidar com a maioria das situações que possam surgir durante uma viagem ao país no qual o idioma é falado. Consegue produzir textos simples sobre temas que lhe sejam familiares ou de interesse pessoal. Consegue descrever experiências e eventos, sonhos, esperanças e ambições, bem como dar breves razões e explicações para suas opiniões e planos.
B2
Consegue compreender as principais idéias de textos complexos tanto de tópicos concretos quando abstratos, incluindo discussões técnicas na sua área de especialização. Consegue interagir com um grau de fluência e espontaneidade que torna possível a interação regular com os falantes nativos do idioma sem que haja tensão mental de cada participante do ato comunicativo. consegue produzir textos claros e detalhados sobre uma variada gama de assuntos e consegue explicar o ponto de vista de um tópico oferecendo as vantagens e desvantagens de vários pontos.
C1
Consegue compreender uma variada gama de textos mais longos e complexos, e reconhece o significado implícito dos textos. Consegue se expressar fluente e espontaneamente sem demonstrar claramente que está procurando as expressões que usa. Consegue usar o idioma de modo flexível e eficiente para fins sociais, acadêmicos e profissionais. Consegue produzir textos claros, bem estruturados e detalhados sobre temas complexos, demonstrando ter controle dos padrões organizacionais e estílisticos.
C2
Consegue compreender com facilidade praticamente tudo o que ouve e lê. Consegue resumir informações de diferentes fontes faladas e escritas, reconstruir argumentos e relatos de forma coerente. Consegue se expressar espontaneamente, de modo bastante fluente e preciso, identificando as entrelinhas do que é dito e escrito nas mais complexas situações.
http://denilsodelima.blogspot.com/2008/09/common-european-framework.html
sábado, 28 de fevereiro de 2009
A CORRIDA PELO DOMÍNIO DA LÍNGUA
FONTE : Revista Veja
Nada destrói um currículo como a expressão "inglês básico". Hoje, os bons empregos
exigem fluência em idiomas estrangeiros
Na maioria das profissões, o domínio de um idioma estrangeiro sempre contou pontos no currículo. Antigamente, nas empresas, eram poucos os funcionários que dispunham dessa vantagem, e a eles recorriam os colegas quando precisavam traduzir uma palavra ou um texto. Esse mundo, evidentemente, ficou para trás. Falar outra língua, principalmente o inglês, tornou-se uma obrigação para quem pretende subir na vida. A novidade é que já não basta falar o idioma. A exigência nos bons empregos, agora, é que se tenha fluência ao usá-lo para conversar. Tropeçar nas palavras, gaguejar em busca da expressão correta, exibir um sotaque incompreensível – tudo isso faz parte de um tempo romântico em que era divertido falar "portunhol" com os argentinos e os americanos achavam pitoresco o esforço dos brasileiros para negociar no idioma de Shakespeare. A corrida em busca da fluência em outra língua pode ser medida pela quantidade de brasileiros que viajam para o exterior com o fim específico de estudá-la. Segundo dados da Brazilian Educational & Language Travel Association (Belta), associação que reúne as principais instituições que trabalham com cursos, estágios e intercâmbio em outros países, 120 000 brasileiros viajaram com esse objetivo em 2008, contra 86 000 em 2007 e 71 000 em 2006.
Diz o paulista Luiz Carnier, professor do MBA ministrado totalmente em inglês da Business School São Paulo: "Nos anos 70, para alguns cargos específicos, as empresas exigiam apenas comunicação por escrito em outros idiomas. Com o avanço da tecnologia, o ritmo dos negócios mudou e aumentou a exigência por fluência, pronúncia e conhecimento da cultura do interlocutor". Fluência num idioma não significa dispor de um vocabulário imenso, como os nativos do país onde ele é falado. Significa dominar amplamente o vocabulário usado na profissão em que se trabalha. O mundo dos negócios, pela natureza globalizada dos mercados, é hoje o terreno onde fica mais evidente a exigência do domínio de idiomas. "Quando grandes volumes de dinheiro estão em jogo, o executivo precisa se comunicar adequadamente para garantir a precisão absoluta da negociação", diz Augusto Carneiro, da firma carioca de recolocação profissional Zaitech Consulting.
Em outras profissões existe a mesma premência de falar outra língua com desembaraço. O dentista mineiro Rodrigo dos Santos, de 35 anos, passou o Carnaval com outras quinze pessoas num programa de imersão em inglês realizado pela escola de idiomas Celil num sítio no sul de Minas. Durante cinco dias, os participantes só puderam falar em inglês, até mesmo ao conversar com os familiares por telefone. Santos explica que buscou o curso de imersão para ampliar a clientela. "Tenho planos de atender em meu consultório, em Belo Horizonte, pacientes estrangeiros que fazem turismo de saúde no Brasil", diz. Há duas semanas, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) determinou que, a partir de março, todos os pilotos brasileiros que realizam voos para o exterior apresentem certificado que comprove capacidade de comunicação operacional em inglês.
A primeira pergunta que surge a quem se impõe o desafio de falar outro idioma fluentemente é: será preciso passar um tempo no exterior? Não necessariamente. Um bom começo é identificar as estratégias que funcionam melhor para cada tipo de pessoa. Diz a linguista Neide Maia Gonzalez, da Universidade de São Paulo: "Algumas pessoas têm mais facilidade em apreender informações visualmente. Outras, por meio dos sons. Há as que se dão bem com técnicas de memorização. Cada um deve descobrir com quais técnicas se afina melhor e assumir o controle de seu aprendizado". Os vínculos afetivos que existem – ou se desenvolvem – com a cultura do país onde o idioma é falado podem contribuir para sua assimilação. Ouvir músicas americanas lendo as respectivas letras e assistir aos filmes de Hollywood tentando associar as vozes com as legendas são técnicas muito usadas para que o aprendizado não seja um esforço entediante. Também unindo o útil ao agradável, há diversos cursos que combinam o estudo do idioma – principalmente italiano, espanhol e francês – à prática da gastronomia.
A paulista Marília Ramos, administradora de empresas de 26 anos, ilustra os benefícios de transformar o estudo numa forma de entretenimento. Sem nunca ter morado no exterior, ela conquistou uma base sólida em inglês e espanhol com cursos de idiomas e muita dedicação nas horas livres. "Para mim é um grande prazer estudar idiomas, então sempre que posso leio em outra língua e vejo filmes sem legendas", ela conta. Marília trabalha no departamento de marketing de uma multinacional, prepara relatórios e faz apresentações em inglês e espanhol. Para quem gosta de despender várias horas diante do computador, a internet está cheia de ferramentas de suporte para o aperfeiçoamento em idiomas. O gaúcho Felipe Hentz, de 33 anos, técnico em informática em Porto Alegre, conta que, além de tomar aulas particulares, ouvir rádios como a inglesa BBC e ler jornais estrangeiros foram recursos essenciais para sua fluência no inglês. "Na multinacional em que trabalhei até dois anos atrás, fui promovido para um departamento no qual fazia teleconferências com os executivos americanos da matriz", ele relata. Depois de descobrir quais recursos são ideais para chegar à fluência num idioma, vem a fase crucial: praticar muito até se sentir à vontade para conversar naturalmente – e sem gaguejar.
Nada destrói um currículo como a expressão "inglês básico". Hoje, os bons empregos
exigem fluência em idiomas estrangeiros
Na maioria das profissões, o domínio de um idioma estrangeiro sempre contou pontos no currículo. Antigamente, nas empresas, eram poucos os funcionários que dispunham dessa vantagem, e a eles recorriam os colegas quando precisavam traduzir uma palavra ou um texto. Esse mundo, evidentemente, ficou para trás. Falar outra língua, principalmente o inglês, tornou-se uma obrigação para quem pretende subir na vida. A novidade é que já não basta falar o idioma. A exigência nos bons empregos, agora, é que se tenha fluência ao usá-lo para conversar. Tropeçar nas palavras, gaguejar em busca da expressão correta, exibir um sotaque incompreensível – tudo isso faz parte de um tempo romântico em que era divertido falar "portunhol" com os argentinos e os americanos achavam pitoresco o esforço dos brasileiros para negociar no idioma de Shakespeare. A corrida em busca da fluência em outra língua pode ser medida pela quantidade de brasileiros que viajam para o exterior com o fim específico de estudá-la. Segundo dados da Brazilian Educational & Language Travel Association (Belta), associação que reúne as principais instituições que trabalham com cursos, estágios e intercâmbio em outros países, 120 000 brasileiros viajaram com esse objetivo em 2008, contra 86 000 em 2007 e 71 000 em 2006.
Diz o paulista Luiz Carnier, professor do MBA ministrado totalmente em inglês da Business School São Paulo: "Nos anos 70, para alguns cargos específicos, as empresas exigiam apenas comunicação por escrito em outros idiomas. Com o avanço da tecnologia, o ritmo dos negócios mudou e aumentou a exigência por fluência, pronúncia e conhecimento da cultura do interlocutor". Fluência num idioma não significa dispor de um vocabulário imenso, como os nativos do país onde ele é falado. Significa dominar amplamente o vocabulário usado na profissão em que se trabalha. O mundo dos negócios, pela natureza globalizada dos mercados, é hoje o terreno onde fica mais evidente a exigência do domínio de idiomas. "Quando grandes volumes de dinheiro estão em jogo, o executivo precisa se comunicar adequadamente para garantir a precisão absoluta da negociação", diz Augusto Carneiro, da firma carioca de recolocação profissional Zaitech Consulting.
Em outras profissões existe a mesma premência de falar outra língua com desembaraço. O dentista mineiro Rodrigo dos Santos, de 35 anos, passou o Carnaval com outras quinze pessoas num programa de imersão em inglês realizado pela escola de idiomas Celil num sítio no sul de Minas. Durante cinco dias, os participantes só puderam falar em inglês, até mesmo ao conversar com os familiares por telefone. Santos explica que buscou o curso de imersão para ampliar a clientela. "Tenho planos de atender em meu consultório, em Belo Horizonte, pacientes estrangeiros que fazem turismo de saúde no Brasil", diz. Há duas semanas, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) determinou que, a partir de março, todos os pilotos brasileiros que realizam voos para o exterior apresentem certificado que comprove capacidade de comunicação operacional em inglês.
A primeira pergunta que surge a quem se impõe o desafio de falar outro idioma fluentemente é: será preciso passar um tempo no exterior? Não necessariamente. Um bom começo é identificar as estratégias que funcionam melhor para cada tipo de pessoa. Diz a linguista Neide Maia Gonzalez, da Universidade de São Paulo: "Algumas pessoas têm mais facilidade em apreender informações visualmente. Outras, por meio dos sons. Há as que se dão bem com técnicas de memorização. Cada um deve descobrir com quais técnicas se afina melhor e assumir o controle de seu aprendizado". Os vínculos afetivos que existem – ou se desenvolvem – com a cultura do país onde o idioma é falado podem contribuir para sua assimilação. Ouvir músicas americanas lendo as respectivas letras e assistir aos filmes de Hollywood tentando associar as vozes com as legendas são técnicas muito usadas para que o aprendizado não seja um esforço entediante. Também unindo o útil ao agradável, há diversos cursos que combinam o estudo do idioma – principalmente italiano, espanhol e francês – à prática da gastronomia.
A paulista Marília Ramos, administradora de empresas de 26 anos, ilustra os benefícios de transformar o estudo numa forma de entretenimento. Sem nunca ter morado no exterior, ela conquistou uma base sólida em inglês e espanhol com cursos de idiomas e muita dedicação nas horas livres. "Para mim é um grande prazer estudar idiomas, então sempre que posso leio em outra língua e vejo filmes sem legendas", ela conta. Marília trabalha no departamento de marketing de uma multinacional, prepara relatórios e faz apresentações em inglês e espanhol. Para quem gosta de despender várias horas diante do computador, a internet está cheia de ferramentas de suporte para o aperfeiçoamento em idiomas. O gaúcho Felipe Hentz, de 33 anos, técnico em informática em Porto Alegre, conta que, além de tomar aulas particulares, ouvir rádios como a inglesa BBC e ler jornais estrangeiros foram recursos essenciais para sua fluência no inglês. "Na multinacional em que trabalhei até dois anos atrás, fui promovido para um departamento no qual fazia teleconferências com os executivos americanos da matriz", ele relata. Depois de descobrir quais recursos são ideais para chegar à fluência num idioma, vem a fase crucial: praticar muito até se sentir à vontade para conversar naturalmente – e sem gaguejar.
domingo, 22 de fevereiro de 2009
The Diary of Anne Frank
O Diario de Anne Frank
O Diário de Anne Frank
(The Diary of Anne Frank, 1959)
» Direção: George Stevens
» Roteiro: Albert Hackett, Frances Goodrich
» Gênero: Biografia/Drama/Guerra
» Origem: Estados Unidos
» Duração: 180 minutos
» Tipo: Longa
» Sinopse: Anne Frank (Millie Perkins), uma garota de apenas 13 anos, documenta sua vida em um diário durante a Grande Guerra. Ela e sua família moram em um sótão de um estabelicimento comercial, além deles, uma outra família judia se esconde da Gestapo. Durante dois anos eles ficam escondidos, correndo os riscos de serem descobertos e mandados para o campo de concentração.
Entre no link abaixo e assista o filme :
http://www.youtube.com/watch?v=j91eiVh2ERw
O Diário de Anne Frank
(The Diary of Anne Frank, 1959)
» Direção: George Stevens
» Roteiro: Albert Hackett, Frances Goodrich
» Gênero: Biografia/Drama/Guerra
» Origem: Estados Unidos
» Duração: 180 minutos
» Tipo: Longa
» Sinopse: Anne Frank (Millie Perkins), uma garota de apenas 13 anos, documenta sua vida em um diário durante a Grande Guerra. Ela e sua família moram em um sótão de um estabelicimento comercial, além deles, uma outra família judia se esconde da Gestapo. Durante dois anos eles ficam escondidos, correndo os riscos de serem descobertos e mandados para o campo de concentração.
Entre no link abaixo e assista o filme :
http://www.youtube.com/watch?v=j91eiVh2ERw
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