quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Acentuação

 A acentuação é um dos requisitos que perfazem as regras estabelecidas pela Gramática Normativa. Esta compõe-se de algumas particularidades, às quais devemos estar atentos, procurando estabelecer uma relação de familiaridade e, consequentemente, colocando-as em prática na linguagem escrita.

À medida que desenvolvemos o hábito da leitura e a prática de redigir, automaticamente aprimoramos essas competências, e tão logo nos adequamos à forma padrão.

Em se tratando do referido assunto, devemos nos ater à questão das Novas Regras Ortográficas da Língua Portuguesa, as quais entraram em vigor desde o dia 1º de janeiro de 2009. E como toda mudança implica em adequação, o ideal é que façamos uso das novas regras o quanto antes.

O estudo exposto a seguir visa aprofundar nossos conhecimentos no que se refere à maneira correta de grafarmos as palavras, levando em consideração as regras de acentuação por elas utilizadas. Lembrando que elas já estão voltadas para o novo acordo ortográfico.

Regras básicas – Acentuação tônica 

A acentuação tônica implica na intensidade com que são pronunciadas as sílabas das palavras. Aquela que se dá de forma mais acentuada, conceitua-se como sílaba tônica.

As demais, como são pronunciadas com menos intensidade, são denominadas de átonas. 

De acordo com a tonicidade, as palavras são classificadas como:

Oxítonas – São aquelas cuja sílaba tônica recai sobre a última sílaba. 

Ex.: café – coração – cajá – atum – caju – papel 

Paroxítonas – São aquelas em que a sílaba tônica se evidencia na penúltima sílaba. 

Ex.: útil – tórax – táxi – leque – retrato – passível 

Proparoxítonas - São aquelas em que a sílaba tônica se evidencia na antepenúltima sílaba.

Ex.: lâmpada –  câmara –  tímpano – médico – ônibus

Como podemos observar, mediante todos os exemplos mencionados, os vocábulos possuem mais de uma sílaba, mas em nossa língua existem aqueles com uma sílaba somente: são os chamados monossílabos, que, quando pronunciados, apresentam certa diferenciação quanto à intensidade.

Tal diferenciação só é percebida quando os pronunciamos em uma dada sequência de palavras. Assim como podemos observar no exemplo a seguir:

“Sei que não vai dar em nada,
Seus segredos sei de cor”. 


Os monossílabos ora em destaque, classificam-se como tônicos; os demais, como átonos (que, em, de).

Acentuação gráfica 


Os acentos 

# acento agudo (´) – Colocado sobre as letras "a", "i", "u" e sobre o "e" do grupo “em” indica que estas letras representam as vogais tônicas de palavras como Amapá, caí, público, parabéns. Sobre as letras “e” e “o” indica, além da tonicidade, timbre aberto. 


Ex.: herói – médico – céu 




# acento circunflexo (^) – colocado sobre as letras “a”, “e” e “o”, indica além da tonicidade, timbre fechado: 

Ex.: tâmara – Atlântico – pêssego – supôs 

# acento grave (`) – indica a fusão da preposição “a” com artigos e pronomes. 


Ex.: à – às – àquelas – àqueles 

# O trema (¨) – De acordo com a nova regra, foi totalmente abolido das palavras. Há uma exceção: é utilizado em palavras derivadas de nomes próprios estrangeiros. 

Ex.: mülleriano (de Müller) 

# O til (~) – indica que as letras “a” e “o” representam vogais nasais. 

Ex.: coração – melão – órgão – ímã 

Regras fundamentais: 

Palavras oxítonas:
Acentuam-se todas as oxítonas terminadas em: "a", "e", "o", "em", seguidas ou não do plural(s):

Pará – café(s) – cipó(s) – armazém(s) 

Essa regra também é aplicada aos seguintes casos:

Monossílabos tônicos terminados em "a", "e", "o", seguidos ou não de “s”. 

Ex.: pá – pé – dó –  há 

Formas verbais terminadas em "a", "e", "o" tônicos, seguidas de lo, la, los, lãs.

respeitá-lo – percebê-lo – compô-lo 

Paroxítonas: 

Acentuam-se as palavras paroxítonas terminadas em: 

- i, is 

táxi – lápis – júri 

- us, um, uns 

vírus – álbuns – fórum 

- l, n, r, x, ps 

automóvel – elétron - cadáver – tórax – fórceps 

- ã, ãs, ão, ãos 

ímã – ímãs – órfão – órgãos 

-ditongo oral, crescente ou decrescente, seguido ou não de “s”. 

água – pônei – mágoa – jóquei 

Regras especiais: 

#Os ditongos de pronúncia aberta "ei", "oi", que antes eram acentuados, perderam o acento de acordo com a nova regra. 
Ex.:
 
AntesAgora
assembléiaassembleia
idéiaideia
geléiageleia
jibóiajiboia
apóia (verbo apoiar)apoia
paranóicoparanoico


Observação importante – O acento das palavras herói, anéis, fiéis ainda permanece.

# Quando a vogal do hiato for “i” ou “u” tônicos, acompanhados ou não de "s", haverá acento: 

Ex.: saída – faísca – baú – país – Luís 

Observação importante:

Não serão mais acentuados “i” e “u” tônicos, formando hiato quando vierem depois de ditongo: 
Ex.:
 
AntesAgora
bocaiúvabocaiuva
feiúrafeiura
SauípeSauipe



 
# O acento pertencente aos hiatos “oo” e “ee” que antes existia, agora foi abolido. Ex.:
 
AntesAgora
crêemcreem
lêemleem
vôovoo
enjôoenjoo


#Não se acentuam o "i" e o "u" que formam hiato quando seguidos, na mesma sílaba, de l, m, n, r ou z: 
Ra-ul, ru-im, con-tri-bu-in-te, sa-ir, ju-iz 

#Não se acentuam as letras "i" e "u" dos hiatos se estiverem seguidas do dígrafo nh: 

ra-i-nha, ven-to-i-nha. 

#Não se acentuam as letras "i" e "u" dos hiatos se vierem precedidas de vogal idêntica: 

xi-i-ta, pa-ra-cu-u-ba 

No entanto, tratando-se de palavra proparoxítona haverá o acento, já que a regra de acentuação das proparoxítonas prevalece sobre a dos hiatos: 

fri-ís-si-mo, se-ri-ís-si-mo 

# As formas verbais que possuíam o acento tônico na raiz, com "u" tônico precedido de "g" ou "q" e seguido de "e" ou "i" não serão mais acentuadas. 
Ex.:
 
AntesDepois
apazigúe (apaziguar)apazigue
averigúe (averiguar)averigue
argúi (arguir)argui


# Acentuam-se os verbos pertencentes à terceira pessoa do plural de: 
ele tem – eles têm
ele vem – eles vêm

# A regra prevalece também para os verbos conter, obter, reter, deter, abster. 
ele contém – eles contêm
ele obtém – eles obtêm
ele retém – eles retêm
ele convém – eles convêm 


# Não se acentuam mais as palavras homógrafas que antes eram acentuadas para diferenciá-las de outras semelhantes. Apenas em algumas exceções, como: 

A forma verbal pôde (terceira pessoa do singular do pretérito perfeito do modo indicativo) ainda continua sendo acentuada para diferenciar-se de pode (terceira pessoa do singular do presente do indicativo). 

O mesmo ocorreu com o verbo pôr para diferenciar da preposição por. 

Palavras homógrafas 

pola (ô) substantivo – pola (ó) substantivo
polo (s) (substantivo) - polo (s) (contração de por + o)
pera (substantivo) - pera (preposição antiga)
para (verbo) - para (preposição)
pelo(s) (substantivo) - pelo (do verbo pelar)
pela, pelas (substantivo e verbo) - pela,pelas (contração de preposição +artigo) 


Por Vânia Duarte
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

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domingo, 22 de maio de 2011

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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Use de CRASE em horas

Barba Negra é educador, contista, cronista e escreve nesta coluna sobre Teoria Literária, Língua Portuguesa e Redação todas as sextas-feiras.


AS HORAS ou ÀS HORAS?

Devemos usar A Crase diante [Das Horas]?

• Sim, devemos colocar o acento indicativo de crase diante da hora ou das horas. Primeiro, porque devemos usar o artigo antes de hora(s). Segundo, porque, neste caso, o artigo vem sempre depois de uma preposição: a + as 18 horas => às 18 horas. Assim:

- As aulas começam precisamente [às] 7 horas.
- Às 20 horas começará o jogo.


Se não há crase diante de artigo indefinido, devemos usá-la diante de Uma Hora?

• Também devemos usar porque, neste caso, [uma] não se trata de um artigo indefinido e, sim do numeral [uma], que determina o número de horas – duas horas, três horas, etc. Assim sendo:

- Mudaram o meu turno, começo, agora, à uma da madrugada.

Caso Especial

• Já sabemos que o artigo que acompanha o número de horas vem sempre depois de uma preposição. Se acaso tivermos de empregar uma preposição que não seja [a], por exemplo: para, desde, após e entre. Não devemos usar, em hipótese nenhuma, a crase. Se fizéssemos, estaríamos sobrepondo estas preposições ao [a]:

- Ele chegará entre as 8 horas e às 9 horas.

- Eles trabalharam até as 3 horas.

- Sairei após as duas horas.

- Faltam 10 para as 2 horas.

Cuidado com A Concordância com Minutos!

• Ele chegou aos 15 para as nove horas. Isto é: Ele chegou aos 15 minutos para as 9 horas. Usamos [aos] diante de 15 porque minutos é masculino. O artigo será [o].

Macete: Essa é uma boa maneira de provar a existência do artigo: substituir a palavra feminina por outra masculina. Se surgir [ao] significa que há preposição + artigo.

Portanto, diante da palavra feminina também haverá ambas. Caso contrário, se surgir só o artigo [o] não há preposição. No caso de horas, troque por meio-dia. Assim:

- Ele chegará entre o meio-dia e às nove horas.

- Eles trabalharam até o meio-dia.

- Sairei após o meio dia.

[Até Às] é um Caso Facultativo

• Embora se recomende não usar o acento indicativo de crase devido à inexistência da preposição [a] (trabalharam até o meio dia), é possível empregá-lo quando se deseja acentuar bem a noção de limite. Essa noção de limite acontece porque a preposição [até] tem o sentido de inclusão: mesmo, inclusive, ainda, também. Foi a partir do século XVII que se começou a usar as duas preposições combinadas. Portanto, embora desnecessário, possamos optar por:

- Eles trabalharam até as 3 horas.

- Eles trabalharam até às 3 horas.

- A noção de limite fica mais clara nesta frase:

- Chegou até à porta, => isto é, parou na porta.

Como Se Pergunta Às Horas?

• Assim é que se pergunta: [Que] horas são? Pois em tais frases, não existe sujeito, e o predicativo é [que], um pronome-adjetivo equivalente a quantas. Seria o mesmo que perguntássemos: São quantas horas?

• Que horas são? E responder-se-á: É uma hora. — São três horas.

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Referência bibliográfica:

Lima, Rocha, Gramática Normativa da Língua Portuguesa; José Olympio, 1985.
Agradeço a leitura e, antecipadamente, qualquer comentário.Se você encontrar erros (inclusive de português), por favor, me informe.

Professor Pierluigi Piazzi -

Conheci o Prof. Pier na Expo 2010 do Kumon . Foi um SHOWWWW !!! Leiam os livros dele , vocês vão adorar ! São 3 volumes . Um para pais , outro para professores e outro para alunos .
Divirtam-se
Sylvia Helena Pellissier


Professor Pierluigi PiazziOlá PessoALL,




Nesta terça-feira, próxima passada, fomos presenteados com a fantástica palestra do professor Pierluigi Piazzi, que deu um verdadeiro show de criatividade e dinâmica. A palestra com o título “Use o Cérebro ao invés do Notebook”, decorreu de maneira agradável, apesar das duras verdades a respeito do sistema educacional brasileiro. Ao seu final, a apresentação, deixou um gosto de “quero mais”, que foi suprida com uma sessão de autógrafos dos livros “Aprendendo Inteligência” e “Estimulando Inteligência”. A seguir alguns comentários feitos pelo professor e alguns trechos do seu livro colocados de forma a sugerir uma “entrevista” com ele.



Blog Ciência da Computação (BCC) - Professor Pierluigi, (Pier para seus alunos e ex-alunos) poderia nos contar um pouco da sua trajetória até o Presente?



Professor Pier (PP) - Eu nasci bem no meio da Segunda Guerra Mundial, e cheguei ao Brasil em 1954, trazido por uma família entusiasmada pela noticia de que este seria o pais do futuro. Estou aguardando até hoje! Sempre fui professor, apesar de já ter trabalhado como garçom, confeiteiro, motorista de caminhão, topógrafo, tratorista e químico, até descobrir que podia sobreviver apenas dando aula (coisa quase impossível no Brasil) em cursinhos vestibulares. Aliando minha experiência como professor de cursinho aos conhecimentos ao lecionar Inteligência Artificial e Configuração de Redes Neurais, em um curso de Engenharia da Computação, consegui identificar os equívocos que tornam o sistema educacional brasileiros um dos piores do mundo. Por mais de dez anos, tenho viajado pelo Brasil visitando centenas de escolas para ministrar palestras para os alunos, pais e professores, ensinando como esses erros podem ser evitados. Atualmente, além das diversas atividades, tenho um programa na Rádio Eldorado sobre Tecnologia da Informação e faço parte do Mensa.



BCC- O que é o mensa?



PP - Se você acessar o endereço eletrônico: http://www.mensa.org.br/, poderá ter a seguinte resposta:

“A Mensa é uma sociedade formada por pessoas de alto QI. Foi fundada em 1946 na Inglaterra e é hoje internacionalmente conhecida, com quase 100.000 membros em mais de 100 países. A idéia original era, e ainda é, criar uma sociedade apolítica e livre de distinções raciais ou religiosas, com o objetivo de fomentar a inteligência e promover o convívio de pessoas intelectualmente estimulantes. No Brasil conta com cerca de 300 membros. Para filiar-se à Mensa, a única exigência é ter um QI na faixa dos 2% superiores da população, comprovado por testes aplicados pela própria Mensa, ou reconhecidos por ela.”



BCC- Prof Píer, o por que de escrever um livro?

PP – Ao longo do último meio século, tenho tentado fazer com que as pessoas que me rodeiam, colegas, amigos, alunos, filhos, fiquem cada vez mais inteligentes. Essa é a razão pela qual reduzi minhas atividades em sala de aula (morrerei com um pedaço de giz na mão) e tenho me dedicado a percorrer escolas fazendo palestras. A receptividade tem sido excelente, mas em minha opinião insuficiente. A solução óbvia: escrever um livro para atingir um publico maior.



BCC – Fale um pouco sobre seu livro.

PP – Na verdade são três livros: Além desse volume “Aprendendo Inteligência”, voltado para os alunos, e que é o volume um da coleção neuropedagogia (observação – o termo é uma criação do professor Píer), existem outros dois, um voltado para os pais e outro voltado para os professores. Este volume um está dividido em duas partes: na primeira, o leitor poderá entender o que há de errado na maneira de encarar a escola, e como evitar os erros mais comuns. Na segunda, há uma espécie de de receita de como se tornar mais inteligente. Pode acreditar...funciona! Para saber mais, comprem o livro ?.



BCC – Na sua opinião, professor Píer, qual é o bem mais escasso atualmente?

PP – Todas as escolas, numa falta de originalidade até benéfica propõe trabalhos sobre o que é considerado o recurso mais escasso do século XXI: água potável. Na realidade há tanta água potável no século XXI quanto havia no século XX. O que há é ecesso de pessoas querendo beber! O bem verdadeiramente mais escasso do século XXI não é a água... É INTELIGÊNCIA!



BCC – Num mundo de Internet, como hoje em dia, por que estudar?

PP – Pois é, se for para estudar como todo mundo estuda, a resposta é “para nada”.



BCC – Como assim: estudar como todo mundo estuda?

PP – Fácil: estudar para as provas, para tirar boas notas e passar de ano. Passar de ano para tirar um diploma. Ao descobrir que o diploma não é suficiente para arrumar um bom emprego... conseguir mais diplomas! E, se possível, fazer também a “onda” da moda chamada MBA – (pronuncia-se “em-bi-ei”). E, no fim disso tudo, descobrir que, com certeza, não vai conseguir um bom emprego, por que você usou todo seu tempo e toda sua energia na direção errada.



BCC – E qual a solução para esse problema?

PP – O conselho clássico é : estude mais para vencer na vida...Não dê ouvidos! Esse conselho é a maior furada. Portanto, o conselho correto não é estude mais, mas sim estude melhor! Estudando melhor, você irá se tornar cada vez mais inteligente, mais criativo, mais culto. As boas notas serão uma conseqüência e não uma finalidade.



BCC – O que há de errado com o ensino no Brasil?

PP – No Brasil, acontece um fenômeno estranhíssimo: o aluno estuda como um louco para tirar boas notas e terminar, no terceiro médio, o ciclo básico. Assim, com um bom histórico escolar nas mãos, presta concurso em uma universidade pública e fracassa de forma vergonhosa! Depois de diversas tentativas, novamente se mata de estudar durante os quatro ou até seis anos de estudo superiores e obtém um diploma associado a um bom histórico escolar. Presta um exame para ingressar em uma grande empresa e... mais uma vez fracassa vergonhosamente. E finalmente descobre que estudou muito, mas sempre na hora errada. Como começou a tragédia? Tente lembrar: até o 5º e 6º ano você ainda era um ser humano. Em seguida foi transformado em um robozinho. E é treinado pela escola a tirar boas notas e passar de ano. Mas nunca estudou para aprender. O que significa que mesmo tirando boas notas não significa que aprendeu. Quer dizer que se tornou um especialista, incentivado pela família e pela escola, a tirar boa nota! Isso tudo por que deixa para estudar na hora, para não dar tempo de esquecer



BCC- E qual a maneira correta de se aprender?

PP – Estudando no mesmo dia da aula que teve. E ainda posso afirmar: estude pouco! AULA ASSISTIDA HOJE É AULA ESTUDADA... HOJE! ! Mas nunca na véspera da prova!



BCC – E como tem sido a aceitação de seu trabalho?

PP – Há uma grande diferença entre pessoas sérias que se dedicam à pedagogia de forma eficaz e ética e pseudoprofissionais que só sabem exibir um “pedagogiquês” vazio, preocupados apenas em manter um cômodo e medíocre status quo. Muito me orgulha ter recebido o apoio de profissionais sérios. E muito me reconforta ter ouvido, por parte deles, frases como “Professor, é exatamente assim que eu penso”. Pelo menos não estou sozinho! Por isso, como já disse, tenho me dedicado a percorrer escolas divulgando meu pensamento em palestras.



BCC – Ao sair daqui o senhor vai ministrar mais alguma palestra?

PP – Tenho que dar uma palestra em uma cidade mineira, amanhã. Depois tenho uma reunião no conselho da Frota.



BCC – Bem professor, agradecemos sua participação e lhe desejamos Vida longa e Prospera!

PP – Bem, é isso. (chamando pelo intercomunicador..) Senhor Scott, um para subir (beam-me up)